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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Pais querem restrição ao Marketing infantil, diz pesquisa.

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Os pais estão preocupados com a influência do Marketing infantil. Pelo menos é o que indica uma pesquisa realizada pelo Datafolha para o Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, que teve como objetivo medir a percepção dos consumidores com filhos entre três e 11 anos. Segundo o levantamento, 73% dos pais paulistanos acreditam que deveria haver algum tipo de restrição ao Marketing e à publicidade voltados para crianças.

Além disso, sete em cada 10 entrevistados afirmaram serem influenciados pelos filhos na hora da compra. Para eles, o maior influenciador dos pedidos, entre sete itens, são as propagandas, apontadas por 38% dos consumidores. Em seguida estão os personagens ou filmes e programas de TV.

Dentre os que apoiam algum tipo de restrição, os pais citaram como possíveis medidas o controle do horário de veiculação das propagandas na TV, do conteúdo de forma a garantir publicidades mais educativas e da publicidade de produtos com apelo sexual ou para a violência. A pesquisa foi realizada nos dias 22 e 23 de janeiro de 2010, com 411 pais e mães de todas as classes econômicas, com destaque para a classe C, que correspondeu a 52% dos entrevistados.

Fonte: Mundo do Marketing
Contribuição: Jean Abreu

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Produtos para crianças constituem a maior fatia do mercado nacional de produtos licenciados

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Pesquisas realizadas recentemente pela Associação Brasileira de Licenciamento (Abral) dão conta que a indústria de produtos licenciados no Brasil reúne cerca de 900 empresas e 550 licenças disponíveis, distribuídas entre 80 agências licenciadoras. Do total de empresas, apenas 12 são do setor cosmético e 37 de higiene pessoal e limpeza, com maior concentração de itens fabricados destinados ao público infantil e bebês.
A estimativa da entidade é que o setor deva fechar 2009 com uma movimentação de R$ 3,4 bilhões, cerca de R$ 200 milhões a mais do que no ano passado. Em outro levantamento, a associação observou que os segmentos que mais utilizam personagens licenciados como estratégia para evidenciar seus produtos nos pontos-de-venda são as indústrias de brinquedos e de itens destinados à higiene infantil, sendo que no primeiro caso, em 2009, as vendas devem representar até 80% do faturamento da categoria, enquanto os itens para higiene devem superar a marca dos R$ 100 milhões. E o que leva a entidade a acreditar nesses números é que além da tendência natural de crescimento do setor, o consumo no mercado nacional permanece aquecido, não tendo sido afetado pela crise econômica mundial.
E para os próximos anos as perspectivas também são boas. “Sobretudo considerando o que ocorre nos mercados consolidados do chamado primeiro mundo, onde a participação desses produtos tende a crescer continuamente”, ressalta o presidente da Abral, Sebastião Bonfá. Ainda na visão de profissionais que atuam nesse mercado, o que também torna a atividade cada vez mais atrativa são seus benefícios naturais e o fato de os investimentos para começar uma marca do zero e torná-la reconhecida estarem cada vez mais altos, enquanto que no trabalho com produtos licenciados parte desse investimento já foi realizada.

Para complementar essa visão otimista a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) mostra que o mercado de produtos destinados ao uso infantil movimentou R$ 689 milhões em 2008 e vem crescendo 14,9% nos últimos cinco anos. Estudos do Euromonitor indicam também que na América Latina o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking desses itens para a categoria baby care. “Assim, com a perspectiva de crescimento promissor da economia nacional, já sinalizado pelo próprio governo para 2010, a previsão é que o setor de licenciamento acompanhe essa curva, fazendo com que seus produtos, cada vez mais, ganhem destaque nos lares brasileiros”, revela Bonfá.
No entanto, para que esse setor não perca o ritmo da evolução, constata o dirigente, algumas medidas também serão necessárias. “É o caso da implantação de trabalhos em parceria com universidades, com vistas a ampliar o conhecimento da atividade”, exemplifica. Tanto é que para o próximo ano a entidade está prevendo o patrocínio de uma série de ações e cursos voltados à atividade.
Fonte:
Contribuição: Sérgio Antônio e Jean Abreu

Mercado Infantil de H&B crescerá 24% nos próximos quatro anos

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O mercado de higiene e beleza infantil deverá crescer 24% até 2013, atingindo um faturamento de R$ 1,6 bilhão no Brasil. Em volume, o aumento será de 23% no período. A projeção é do instituto internacional de pesquisa Euromonitor, que indica: a taxa será puxada por produtos como condicionador e protetor solar, cujo consumo per capita no país ainda é baixo, o que eleva o seu potencial.

Crescentes investimentos de gigantes como a Johnson & Johnson e a Kimberly-Clark deverão contribuir ainda mais para a expansão do mercado. Apesar de alto, o percentual de crescimento da categoria, o Euromonitor aponta, é inferior ao registrado no período entre 2003 e 2008. Isso se deve ao fato de que a natalidade deverá cair de 19% para 17% no Brasil nos próximos quatro anos.

Entretanto, o varejista não precisa esperar 2013 para ganhar mais com os produtos de higiene e beleza infantil. No ano passado, o mercado registrou crescimento foi de 15% em valor e de 12% em volume nas vendas, principalmente por causa da evolução das marcas intermediárias de acordo com o Euromonitor.

Dados da Abihpec, associação que reúne fabricantes de higiene e beleza, confirmam o resultado positivo de 2008. Para este ano, a perspectiva é ainda melhor. “Até o final de 2009, o Brasil deverá ter alcançado o posto de maior mercado mundial de produtos infantis, colocando os Estados Unidos em segundo lugar”, afirma João Carlos Basílio da Silva, presidente da entidade. “O consumo de artigos infantis tem um forte apelo emocional, porque há todo um ritual de cuidado com a criança que começa já no primeiro banho do bebê”, comenta.

Entre os produtos que mais se destacaram em vendas no ano passado, afirma a Abihpec, estão os xampus, com alta de 53% em volume, os condicionadores (28%), os protetores solares (33%) e as colônias, cujo aumento foi de 6%.

Fonte: Supermercado Moderno
Contribuição: Sérgio Antônio e Jean Abreu

terça-feira, 18 de maio de 2010

Concorrência - Teste de Fraldas

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Essa é para quem não conseguiu ler (nem guardar para ler depois) o último caderno Meu Filho, publicado em Zero Hora na última segunda-feira. A reportagem é para lá de interessante e útil para os pais que, como lembra a matéria, terão comprado 5 mil fraldas descartáveis até o filho completar dois anos e meio. No bolso, isso significa um gasto entre R$ 1,5 mil e R$ 4,4 mil. Quem busca aliar preço e qualidade, não pode deixar de conferir.
Para garantir que os bebês fiquem sequinhos enquanto usam fraldas, a Proteste Associação de Consumidores testou nove modelos de tamanho médio de fraldas descartáveis e descobriu que os produtos têm desempenho diferente para meninos e meninas.
Foram avaliadas as marcas Pampers, Turma da Mônica, Johnson’s Baby, Pom Pom e Sapeka.
Um problema comum verificado em quase todas as marcas (com exceção de duas) é que elas não permitem a respiração da pele do bebê. A fralda Pampers Total Confort é a única que realmente permite a respiração através dela, enquanto a Pom Pom Top Confort permitiu uma pequena respiração. Quanto mais leve e fina, mais confortável é a fralda, diz o instituto.
No desempenho, o teste verificou que a anatomia das meninas as favorece, pois as fraldas demoram muito mais para vazar do que com os meninos. Durante a noite, a fralda tem que resistir mais, para não atrapalhar o sono do bebê e não molhar o colchão do berço. Para as meninas, a única fralda que garante proteção por toda a noite é a Pampers Total ,que é a mais cara em todos os estados.
Durante o dia, todas as fraldas foram, no mínimo, aceitáveis para as meninas, sendo que a Turma da Mônica Tripla Ação, a Pampers Total Confort e a Johnson’s Baby Ultra Seca foram as que mais demoraram para vazar. Para os meninos, algumas fraldas tiveram uma performance fraca (Pom Pom Top Confort, Turma da Mônica Básica e Sapeka), vazando com menos de 180 ml de líquido.
Para a verificação foram utilizados “bebês robôs” dos sexos masculino e feminino em movimento, sentados, em pé e deitados de frente, de lado e de costas eliminaram urina sintética na mesma quantidade, frequência e velocidade de uma criança entre dois e oito meses.
Em nota, a Kimberly-Clark Brasil, fabricante das fraldas Turma da Mônica e Huggies, apesar dos resultados positivos de desempenho da fralda da Turma da Mônica Tripla Proteção, considerou que os critérios adotados pelo órgão podem levar os consumidores da marca a conclusões equivocadas. O principal ponto inconsistente seria o fato de a Pampers Total Confort (segmento Premium), a Turma da Mônica Tripla Proteção (segmento valor) e as fraldas Básicas (segmento baixo custo) terem desempenhos diferentes e serem destinadas a públicos e necessidades diferentes. Fraldas diurnas teriam sido testadas à noite, desconsiderando os produtos desenhados para o uso noturno.
Fonte: Crescer
Contribuição: Marcela Marcelino e Géssica Dias
 

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